Na passada quarta-feira, dia 10, participei numa sessão de trabalho promovida por uma grande empresa informática. A sessão visou apresentar um conjunto extraordinário de recursos informáticos integrados para uso nas escolas e na educação, em geral, a partir das mais tenras idades. Que sofisticação de materiais e equipamentos!... Até na discrição das formas, dos tamanhos e dos pesos de tais coisas! Deixando a pairar no ar a sussurante ideia do Big Brother - superbonzinho, neste caso - que tudo verifica, que tudo controla, nas ações dos miúdos aprendentes.
Quase ao arrepio de tudo o mais que foi dito durante toda a manhã e a primeira parte da tarde, o último conferencista, um muito interessante especialista escocês, avisou, a determinada altura da sua comunicação:
"Empathy is the key!" Quem diria!... Fantástico! Como eu gostei de o ouvir dizer isto!
Hoje fui confrontado por uma jovem que se inicia como uma muito promissora estudiosa das ciências da Educação com a seguinte questão:
- O que é a Educação?
Pois bem, o melhor jeito que encontrei de lhe responder, foi assim, quase num ápice:
- "Educar é influenciar; em sentido geral, influenciar intencionalmente. Habitualmente é um indivíduo mais velho, mais sabedor, com mais experiência - quase sempre, um progenitor ou um professor - que procura influenciar o comportamento de um outro indivíduo, mais novo, (ainda) menos sabedor, com menos experiência: a criança-filho ou a criança-aluno. A influência social contida no(s) atos(s) de educar visam, tradicionalmente, a INTEGRAÇÃO nas formas de convivência social e nos rituais de relacionamento das famílias e dos outros grupos sociais de pertença; e de TRANSMISSÃO de saberes acumulados (na família e nos diferentes níveis de culturas de pertença). Cada vez mais, as mais modernas formas de educação, sejam formais, sejam informais, visam também o DESENVOLVIMENTO pessoal específico de cada indivíduo, visto na ótica de um ser que nasce com potencialidades únicas, específicas, idiossincráticas, que reclamam oportunidade de expansão e desenvolvimento."
Olho agora para o que lhe disse, e confesso que acho que não me saí mal... Certamente irei partir ainda alguma pedra à volta desta asserção; mas, para uma resposta curta e urgente, repito, acho que não me saí nada mal.
Beijinho grande, querida S.! Obrigado por me teres dado a oportunidade de tornar consciente e dar forma a este pensamento, que é ao mesmo tempo de síntese e prospetivo.
Psicologia, Ensino e Aprendizagem
Reflexões e sugestões de um psicólogo, dedicado ao ensino e empenhado num curso de actualização científica e académica. Aberto a outras reflexões, a críticas e sugestões. Ávido de fazer cada vez melhor.
Sexta-feira, Abril 12, 2013
Sábado, Julho 14, 2012
A idade, os idosos, os velhos
Tornou-se uma das minhas motivações principais:
- ter a sabedoria para conseguir chegar a velho.
Um dos documentários em vídeo que mais me marcou como pessoa, como psicólogo, como educador e como professor começa com a morte solitária (ficcionada) de um avô que era muito acarinhado pelo seu neto. Já passaram muitos anos desde que vi o vídeo e lembro-me dele constantemente.
Há pouco tempo, tempo, afinal, tardio, tomei conhecimento da morte de Janey Cuttler, a extraordinária idosa que um dia foi à aventura do Britain's Got Talent, em 2010 (http://www.youtube.com/watch?v=8ADvp6fkMyQ). Quando o presidente do júri lhe perguntou quantos anos tinha esperado por aquele momento, notavelmente, num hino à sabedoria humana, a senhora respondeu: "Estou apenas grata por poder estar aqui esta noite..." Antes de responder, a senhora de 80 anos calou-se e pensou por breves instantes. Aposto o que terá passado pelo pensamento e pelo coração da maravilhosa senhora: toda uma vida em que muito provavelmente familiares e amigos não resistiram à Segunda Guerra e a tantos outros dramas da existência humana. A espontaneidade da senhora a dizer repetidamente, sinceramente, "Obrigado!" toca-nos profundamente. O humor da senhora é cativante e exemplar. Senhora mãe, avó e bisavó... Depois da fama, absurdamente, passo apenas pouco mais de um ano, Janey Cuttler morreu sozinha em sua casa. Só consigo desejar que a tivessem encontrado como encontrei, com o meu irmão, a nossa avó materna, na manhã que começava o dia triste: face absolutamente serena, tranquila, toda ela bem tapadinha, na cama que as extremosas filhas sempre aconchegavam quando a beijavam, à noite, e, enquanto desligavam o pequeno candeeiro, desejavam que tivesse um bom descanso.
Quer dizer, a ficção do documentário serve, em espelho fiel, a realidade social em que todos participamos.
Há velhotes que morrem sozinhos, uns aconchegados, outros não.
Parar e pensar. Valorizar, amar e respeitar. Porque é merecido. Porque assim se faz melhor a saúde e o bem-estar dos grupos humanos. É disto que se fala no texto que transcrevo. Um alerta magnífico para a nossa organização social. Vale para o presente, é precioso para o futuro.
Gostei muito de ler a entrevista, Professor Villaverde Cabral, meu caro amigo. Muito obrigado!
Vou divulgar como merece!
VER - Artigo
© 2012 - Todos os direitos reservados. Publicado em 12 de Julho de 2012
- ter a sabedoria para conseguir chegar a velho.
Um dos documentários em vídeo que mais me marcou como pessoa, como psicólogo, como educador e como professor começa com a morte solitária (ficcionada) de um avô que era muito acarinhado pelo seu neto. Já passaram muitos anos desde que vi o vídeo e lembro-me dele constantemente.
Há pouco tempo, tempo, afinal, tardio, tomei conhecimento da morte de Janey Cuttler, a extraordinária idosa que um dia foi à aventura do Britain's Got Talent, em 2010 (http://www.youtube.com/watch?v=8ADvp6fkMyQ). Quando o presidente do júri lhe perguntou quantos anos tinha esperado por aquele momento, notavelmente, num hino à sabedoria humana, a senhora respondeu: "Estou apenas grata por poder estar aqui esta noite..." Antes de responder, a senhora de 80 anos calou-se e pensou por breves instantes. Aposto o que terá passado pelo pensamento e pelo coração da maravilhosa senhora: toda uma vida em que muito provavelmente familiares e amigos não resistiram à Segunda Guerra e a tantos outros dramas da existência humana. A espontaneidade da senhora a dizer repetidamente, sinceramente, "Obrigado!" toca-nos profundamente. O humor da senhora é cativante e exemplar. Senhora mãe, avó e bisavó... Depois da fama, absurdamente, passo apenas pouco mais de um ano, Janey Cuttler morreu sozinha em sua casa. Só consigo desejar que a tivessem encontrado como encontrei, com o meu irmão, a nossa avó materna, na manhã que começava o dia triste: face absolutamente serena, tranquila, toda ela bem tapadinha, na cama que as extremosas filhas sempre aconchegavam quando a beijavam, à noite, e, enquanto desligavam o pequeno candeeiro, desejavam que tivesse um bom descanso.
Quer dizer, a ficção do documentário serve, em espelho fiel, a realidade social em que todos participamos.
Há velhotes que morrem sozinhos, uns aconchegados, outros não.
Parar e pensar. Valorizar, amar e respeitar. Porque é merecido. Porque assim se faz melhor a saúde e o bem-estar dos grupos humanos. É disto que se fala no texto que transcrevo. Um alerta magnífico para a nossa organização social. Vale para o presente, é precioso para o futuro.
Gostei muito de ler a entrevista, Professor Villaverde Cabral, meu caro amigo. Muito obrigado!
Vou divulgar como merece!
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ENVELHECIMENTO ACTIVO
Secretaria de Estado para a 3ª Idade precisa-se
Quem o diz é Manuel Villaverde Cabral, do alto dos seus 70 activos anos, a propósito das políticas, ou da sua ausência, de envelhecimento. O presidente do Instituto do Envelhecimento considera a longevidade uma “bênção universal”, mas defende que o que faz realmente falta são manifestações e movimentos de expressão dos interesses e desejos dos próprios seniores, que podem não corresponder ao que defendem aqueles que falam em nome dos “idosos”
POR HELENA OLIVEIRA
As políticas públicas são mais uma questão de prioridades – conceitos, análises, finalidades, etc. – do que uma simples questão de dinheiro. Em termos estatísticos, as pessoas mais velhas, nomeadamente os reformados, são destinatários de fatias financeiras muitíssimo significativas (saúde, pensões, segurança social, onde se incluem, por exemplo, os chamados lares e os cuidados pessoais), mas esses recursos são, por assim dizer, inertes, contribuindo muito pouco para a activação dos seniores. A isso acresce a falta de qualquer movimento de auto-organização por parte dos próprios seniores, de modo que a minha proposta é que seja criada uma secretaria de Estado para a 3.ª Idade, a fim, não de “dar dinheiro” aos idosos só porque são idosos, mas sim para coordenar as políticas existentes, identificar prioridades (cuidados prolongados, cuidados domiciliários de reabilitação, activação em geral, ensino ao longo da vida, mas também institucionalização, demências, etc.) e auscultar a voz dos mais velhos. O tema do envelhecimento tem vindo a ganhar um interesse crescente, nomeadamente depois de a Comissão Europeia ter proclamado 2012 como o Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações (AEEA&SG). Que resultados se podem esperar, na prática e para além de uma maior atenção para a temática, com este tipo de proclamações? O Ano Europeu do EA&SG, em cujas actividades tenho participado regularmente, tem sobretudo servido para colocar o tema na agenda, mas ainda não vi – talvez ainda seja cedo, veremos o que acontece até ao fim do ano – que as políticas públicas no campo estejam a ser estudadas de maneira a tentar fazer melhor com o dinheiro que temos e a prevenir algumas das tendências negativas do crescente envelhecimento da população portuguesa, incluindo a questão, cada vez mais óbvia, do declínio drástico da natalidade (Portugal tem um índice de fertilidade dos mais baixos do mundo)! Por enquanto, do ponto de vista das políticas, parece-me que se continua a laborar em dois grandes equívocos, para não dizer dois enormes erros: (1) colocar tudo o que não são pensões nem saúde, no sentido mais restrito, nas mãos da chamada “sociedade civil”, ou seja, nas mãos das IPSS; (2) confiar nas relações intergeracionais familiares para que os mais novos tratem dos mais velhos se e quando estes perderem a autonomia, seja física, mental ou financeira, e excluindo, sequer, debater a questão da institucionalização de “fim de vida”. Ora, na minha opinião, qualquer destas “estratégias” (?), parecendo bem-intencionadas, não deixam de estar condenadas ao fracasso diante das tarefas gigantescas que se avizinham e da própria “inversão da pirâmide demográfica” a prazo de duas ou três décadas! Quando ouvimos a expressão “envelhecimento activo”, a imagem que habitualmente vem à ideia é a de seniores a fazerem ginástica ou a correr alegremente com os netos. Todavia, o conceito implica novas perspectivas de emprego para os mais idosos, um maior envolvimento na sociedade e também as questões de autonomia. Sendo Portugal um dos países mais envelhecidos da Europa, até que ponto é que a nossa sociedade está preparada para olhar para os mais velhos como uma mais-valia e não como “um peso”? Do ponto de vista mental, é óbvio que a velhice é vista pela generalidade da população, incluindo os seniores, como um “peso”! Toda a gente dirá o contrário, mas é isso que pensam(os). O envelhecimento activo existe, é benéfico, mas tem o inconveniente de ser condicionado exactamente pelos mesmo determinantes que o estado de saúde das pessoas, ou seja, a idade, o género, a escolaridade e o estatuto socioeconómico; portanto, as práticas de envelhecimento activo – entre as quais as actividades intelectuais são tão importantes ou mais do que as físicas! – não deixam de repristinar, replicar, o próprio estado de saúde. Dito isto, as futuras coortes seniores, a partir já daqueles que hoje têm 60 anos e, por maioria de razão, os que estão na casa dos 50, chegarão à idade maior com atributos escolares e até socioprofissionais muito superiores aos das pessoas que têm hoje 70 ou 80 anos. Portanto, deste último ponto de vista, as coisas vão melhorar por si, sobretudo no plano da(s) autonomia(s). Já quanto aos conflitos intergeracionais em torno, em primeiro lugar, do emprego e da reforma e, em segundo, do investimento social em saúde+segurança social vs educação, esses só ganhariam em ser explicitados e debatidos, e não varridos para debaixo do tapete, o que só nos faz incorrer no grave risco da desconfiança geracional entre “jovens” e “velhos”. Afirmou também, numa conferência recente, que é necessário desconstruir o paradoxo do envelhecimento. Pode explicitar melhor? Acabo de falar desse paradoxo, a saber: se é verdade que o aumento da esperança de vida e dos anos de vida com qualidade constitui uma “bênção universal” para cada um de nós, não deixa de ser exacto, também, que o envelhecimento demográfico, este aumento da longevidade combinado como decréscimo acentuado da natalidade (muito abaixo da chamada taxa de reposição: 2,1 filhos por mulher em idade fértil), traz consigo toda uma série de riscos aos quais aludi acima: dependência dos muito idosos, insustentabilidade dos sistemas de segurança social e de saúde, conflitos intergeracionais, etc. A solidão e o isolamento continuam a ser a face mais visível dos idosos em Portugal, sobretudo nas cidades, onde as redes de interajuda parecem ser quase inexistentes? Não é verdade. Pelo contrário, as redes sociais dos seniores são tendencialmente fechadas sobre a família e a vizinhança próxima, mas são extremamente eficazes e resilientes. Na verdade, segundo o estudo que fizemos a este respeito, há mais seniores a ajudar outros seniores (e crianças) do que o contrário, isto é, pessoas idosas a receberem apoio regular de outras pessoas, incluindo ajuda profissional. O velho só e abandonado é, literalmente, um “mito urbano” que renasce cada vez que uma pessoa de idade morre efectivamente sozinha, coisa que a nossa demografia dificilmente evitará, mas que só prova que essa pessoa faleceu de causas associadas à própria idade, pois se estivesse doente e necessitasse de cuidados diários, a sua morte teria sido descoberta mais cedo ou teria mesmo sido acompanhada. O que é verdade é que se morre cada vez mais nos hospitais e nos chamados “lares”. Que tipo de reflexão advoga para os “seniores do futuro” e que novas questões terão de ser abordadas? A principal coisa que está a faltar, até por comparação com países como a Espanha, é algo a que chamo a biopolítica do envelhecimento, a saber, a emergência de manifestações e movimentos de expressão, por parte dos próprios seniores, dos seus interesses e desejos, os quais talvez nem sempre correspondam àqueles que são defendidos pelas instituições e as pessoas que, actualmente, falam em nome dos “idosos”.
Entrevista originalmente publicada no suplemento Mais Responsável do jornal OJE
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Sexta-feira, Julho 13, 2012
Medos, incerteza e desafios
Este apontamento é dedicado a um jovem com quem conversei longamente e agradavelmente hoje de manhã. É que a conversa que mantivemos teve muito presente o essencial deste dito que, pouco depois da conversa, encontrei em língua inglesa. Conversa cruzada casualmente com leitura do tal dito, pronto, deu apontamento.
“Never be afraid to try something new. Remember, amateurs built the ark. Professionals built the Titanic.”
Nunca tenhas medo de tentar algo novo. Lembra-te, foram amadores que construíram a arca [de Noé]. Os profissionais construíram o Titanic.
(Como muitas vezes acontece - sobretudo na Internet - não há consenso quanto à autoria desta afirmação. E hoje estou suficientemente preguiçoso para não querer dar-me ao trabalho de procurar melhor. O autor que me perdoe esta fraqueza)
“Never be afraid to try something new. Remember, amateurs built the ark. Professionals built the Titanic.”
Nunca tenhas medo de tentar algo novo. Lembra-te, foram amadores que construíram a arca [de Noé]. Os profissionais construíram o Titanic.
(Como muitas vezes acontece - sobretudo na Internet - não há consenso quanto à autoria desta afirmação. E hoje estou suficientemente preguiçoso para não querer dar-me ao trabalho de procurar melhor. O autor que me perdoe esta fraqueza)
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Domingo, Julho 08, 2012
Afinal, é para a criança escolher, ou não?...
Hoje de manhã fui ao Vasco da Gama, a minha irmã, quando vem do Faial a Lisboa, não resiste a ir lá às compras.
Enquanto estava à espera dela, passou por mim uma senhora, mãe, e, ao lado dela, uma menina, a filha.
Consegui apanhar o seguinte da conversa entre as duas:
Mãe (impaciente): Afinal, o que é que queres?...
Filha (esperançosa): Ó mãe, pode ser um chupa-chupa e uma pastilha?...
Mãe (autoritária): Não! Ou chupa-chupa, ou pastilha!... Escolhe...
A filha pensa...
Mãe (imperial): Então, escolhes o quê?...
Filha (resignada): Escolho a pastilha...
Mãe (impaciente, autoritária, imperial... onde pôs a senhora a pedagogia?): Não! Pastilha não! Não te compro a pastilha!...
A mãe pegou a filha pela mão, com muita firmeza, a menina teve de se safar, atropelando os passitos, puxada daquela maneira pela mãe.
Não consegui perceber se ao menos a menina ia safar o chupa-chupa.
O quanto há aqui de deseducação que alguns pais dão aos seus filhos!...
Diálogo... confiança pais-filhos... estilos de vida saudável... prazer... coerência decisional... negociação... carinho... e outras coisas mais...
Enquanto estava à espera dela, passou por mim uma senhora, mãe, e, ao lado dela, uma menina, a filha.
Consegui apanhar o seguinte da conversa entre as duas:
Mãe (impaciente): Afinal, o que é que queres?...
Filha (esperançosa): Ó mãe, pode ser um chupa-chupa e uma pastilha?...
Mãe (autoritária): Não! Ou chupa-chupa, ou pastilha!... Escolhe...
A filha pensa...
Mãe (imperial): Então, escolhes o quê?...
Filha (resignada): Escolho a pastilha...
Mãe (impaciente, autoritária, imperial... onde pôs a senhora a pedagogia?): Não! Pastilha não! Não te compro a pastilha!...
A mãe pegou a filha pela mão, com muita firmeza, a menina teve de se safar, atropelando os passitos, puxada daquela maneira pela mãe.
Não consegui perceber se ao menos a menina ia safar o chupa-chupa.
O quanto há aqui de deseducação que alguns pais dão aos seus filhos!...
Diálogo... confiança pais-filhos... estilos de vida saudável... prazer... coerência decisional... negociação... carinho... e outras coisas mais...
Quinta-feira, Janeiro 26, 2012
O desafio entusiástico do Faça-se Justiça.
Registo testemunhal de um projeto de equipa que está ainda a decorrer na ESEQ, com muito entusiasmo dos professores e dos alunos envolvidos.
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Segunda-feira, Janeiro 16, 2012
País - Copywriter divulga currículo inovador e arranja emprego - RTP Noticias, Vídeo
Copywriter divulga currículo inovador e arranja emprego
Um jovem copywriter de publicidade, à procura de emprego, resolveu fazer uma espécie de currículo inovador e enviá-lo aos potenciais empregadores. Três semanas depois, e já sem grandes expetativas de resposta, partilhou a proposta de candidatura na internet e através das redes sociais. Passado um mês, lá surgiu uma proposta de trabalho.
2012-01-05 14:17:07
País - Copywriter divulga currículo inovador e arranja emprego - RTP Noticias, Vídeo
Um jovem copywriter de publicidade, à procura de emprego, resolveu fazer uma espécie de currículo inovador e enviá-lo aos potenciais empregadores. Três semanas depois, e já sem grandes expetativas de resposta, partilhou a proposta de candidatura na internet e através das redes sociais. Passado um mês, lá surgiu uma proposta de trabalho.
2012-01-05 14:17:07
País - Copywriter divulga currículo inovador e arranja emprego - RTP Noticias, Vídeo
Sábado, Janeiro 14, 2012
Citações para nos vermos em espelho - 06
"There are only two lasting bequests we can hope to give our children. One of these is roots; the other, wings."
Hodding Carter (Child Development Guide Newsletter --> Your Child & You #045)
Só há dois legados que podemos ambicionar deixar aos nossos filhos. Um deles é o legado das raízes; o outro é as asas.
Esta afirmação de Carter faz lembrar a afirmação do Dalai Lama, que diz: "ABRE OS BRAÇOS À MUDANÇA MAS NÃO ABANDONES OS TEUS VALORES".
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Citações para nos vermos em espelho - 05
"Affirming words from moms and dads are like light switches. Speak a word of affirmation at the right moment in your child's life and it's like lighting up a whole roomful of possibilities."
Gary Smalley, Child Development Guide Newsletter --> Your Child & You #046
"As palavras de confiança e incentivo dos pais são como os interruptores da luz. Dizer uma palavra de confiança e incentivo no momento certo na vida dos vossos filhos é como acender a luz num quarto cheio de potencialidades."
Gary Smalley, Child Development Guide Newsletter --> Your Child & You #046
"As palavras de confiança e incentivo dos pais são como os interruptores da luz. Dizer uma palavra de confiança e incentivo no momento certo na vida dos vossos filhos é como acender a luz num quarto cheio de potencialidades."
O que Gary Smalley diz a propósito dos pais aplica-se, no meu entender, também aos professores e educadores; e mediadores de jovens.
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