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quinta-feira, agosto 04, 2011

Porque é que "Ouvir" não é uma competência que se ensina nas escolas?

Aqui está uma proposta interessante para se treinar nas escolas.
Por mim, proponho que, antes de se chegar aos alunos, se comece pelos diretores das escolas, a seguir se passe aos professores e aos pais; aos funcionários das secretarias, e ainda aos auxiliares de ação educativa. No fundo, não e pode ensinar aquilo que não se sabe, não é verdade?
Os exercícios sugeridos por Julian Treasure:
  1. Faça 3 minutos de silêncio por dia e concentre-se nesse momento de silêncio.
  2. Num ambiente muito barulhento (seja urbano, seja campestre), quantas fontes de som diferentes consegues identificar?
  3. Aprecie, saboreie, concentre a sua atenção em sons do dia a dia e repare como acontecem, descubra-lhes as sonoridades.
  4. Mude de perspetiva, oiça com tolerância ou com impaciência; de espírito aberto, ou tome uma posição rígida, etc.
  5. Faça RASA (termo sânscrito que significa “sumo”, “essência”: Receber (o que os outros dizem); Apreciar (use expressões de apreço, nem que seja um simples “Está bem”); Sintetizar (diga muitas vezes: “Então, quer dizer…); Perguntar (Ask; par mostrar que se interessa)

    quinta-feira, julho 28, 2011

    Àlex Castellarnau, que vale a inovação nas empresas? Eu pergunto: e as escolas?

    A minha questão, a minha proposta, é esta:
    Como podemos nós pensar estas ideias e sugestões na "corporação" escola?
    Ou será que a inovação na aprendizagem e na pedagogia deve ser deixada para fora da escola?...
    Se calhar, vivemos tempos em que o modo dominante é as escolas irem beber a inovação às empresas. Para quando o tempo em que as empresas "espiarão" avidamente as escolas à procura de inovação?
    Ou, na tradição da sociologia da educação que diz que a escola é essencialmente "reprodutora", a escola estará sempre condenada a ir a reboque da empresa?



    Àlex Castellarnau empezó su intervención con un ejercicio práctico: dibujar una puesta de sol en 15 segundos. El resultado: sólo un 1% de las personas dibuja algo diferente. Ello nos lleva a decir que no hay personas creativas y personas no creativas, sino que hay condiciones, contextos, culturas que generan más y mejor creatividad.
    Después de sus más de 5 años de experiencia en IDEO, Àlex nos definió seis principios para construir entornos que generen innovación:
    1. Se trata de cuánto aprendemos, no de cuánto ganamos financieramente. No es to do sino to learn. El retorno debe ser de aprendizaje, no de resultados económicos.
    2. No definir al 100% un puesto de trabajo. Dejar margen al empleado para que explore y defina cuál es su trabajo.
    3. Ayudar a los empleados a explorar al máximo sus pasiones en el trabajo.
    4. Cada empleado es su propia marca. Hay tantas marcas como personas hay en las organizaciones.
    5. Nuestros líderes tienen que reflejar, no dirigir; tienen que ser espejo, no flecha. La E de CEO pasa de ser executive a ser explorer y a ser evangelist.
    6. No tenemos destino pero sí un buen sentido de la orientación. Se trata de meterse en aquello que no conocemos y disponer de buenas herramientas para el camino.
    Hablamos de redes de talento. La compañía desaparece. No es innovar o morir. Es innovar para morir. Innovate to die. Nuestra obsesión debe ser cargarnos a la empresa, pero no porque sí, sino porque hemos construido una red de talento. Con el mejor talento, conseguiréis persistir e innovar.

    sábado, dezembro 04, 2010

    Que volta dar à Matemática?

    Pouco mais de três minutos de uma proposta para, no mínimo, nos fazer pensar na tanta desmotivação para a Matemática e no tanto insucesso que esta disciplina continua a gerar hoje em dia em todos os níveis de aprendizagem. Com legendas em Português.